Fechei os olhos para não te ver ...
E a minha boca para não dizer ....
E dos meus olhos fechados desceram lágrimas que não enxuguei, e da minha boca fechada nasceram sussurros e palavras mudas que te dediquei.....
O amor é quando a gente mora um no outro"
(Mário Quintana)
terça-feira, 14 de junho de 2011
Para pensar
"Os outros são meros espelhos de você. Você não pode amar ou odiar alguma coisa sobre o outro a menos que reflita algo que você ama ou odeia em você mesmo"
quinta-feira, 9 de junho de 2011
Recomenda-se: Animal de estimação
Texto publicado nos site www.quantanoticia.com.br falando da relação afetiva entre as crianças e os animais.
terça-feira, 24 de maio de 2011
Bem vindo ao museu da família!
Recebi por e-mail, gostei do conteúdo e resolvi postar:
Aqui você irá ver e saber acerca deste grupo que está a beira da extinção.
Em meados do século XXI foram vistas as últimas famílias compostas por PAI, MÃE E FILHOS.
Um pouco antes desse período, quase não se via uma mãe ou um pai em casa cuidando dos filhos, do lar e da família. Eles foram trabalhar fora.
Já no século XIX, era costume o pai ser recebido pelos filhos em casa, após um dia de trabalho. Ele era o provedor do LAR.
Naquela época as crianças tinham um pai que morava com elas. Este pai convivia com os filhos e passeava com eles nos fins de semana.
Nas apresentações da escola os filhos procuravam o olhar de seus maiores fãs: seus pais. E o aplauso deles era a garantia da felicidade!
Os pais podiam corrigir o erro e disciplinar os filhos.
Quando os filhos precisavam de colo tinham um de seus pais por perto para carregá-los a hora que quisessem.
No dia das mães se reuniam na casa da avó e a cama se enchia de presentes dos filhos, dos netos…
Era difícil esperar até o segundo domingo de agosto para entregar ao papai o presente feito pelos próprios filhos: A camisa com sua mãozinha, o quadro pintado, o cartão com moldura de gravata...
A melhor comida era a da mamãe. Era o papai quem ganhava no jogo de dama ou de bola.
Quantas brincadeiras correndo soltas com os irmãos e primos! Esconde esconde, casinha, queimada…
Os brinquedos espalhados pela casa... Os risos, os choros.. Fartura de “vida”.Casa cheia não só de gente, mas de amor e contentamento.
Nas famílias havia coisas que não cabem neste museu: abraços, beijos, alegrias, choros, risos, personalidades, cachorros, papagaios…
Os JARDINS! Eles não poderiam faltar neste museu! As casas tinham jardins. Deles as avós retiravam plantas para enfeitar ou para fazer chazinhos caseiros para os filhos e netos.
Férias também se passavam em família. Na roça, na praia ou na casa dos parentes: estavam todos num feliz ajuntamento.
Para eles estar em família era o que fazia a vida valer a pena!
Como foi o fim das famílias? ... Bem, é uma longa história… Mas, lembre-se que, se você os deixar ir, talvez nunca mais os terá de volta.
Às vezes, nos ocupamos tanto com nossas próprias vidas, que não notamos que os deixamos ir …
Outras vezes nos preocupamos tanto com QUEM está certo ou errado, que nos esquecemos do que é CERTO e do que é ERRADO.
Foi assim que as famílias começaram a desaparecer… Mas hoje temos este museu para visitá-las.
Certa vez alguém falou sobre um ciclo de morte que estava se instalando nas famílias. E leu na Bíblia como seria a cura:
SALMOS 128.1-6: "Feliz aquele que teme a Deus, o SENHOR, e vive de acordo com a sua vontade!”
Mas parece que não deram atenção suficiente... E as famílias foram se extinguindo...
Nossa visita ao museu termina aqui, com o livro que falou sobre estes acontecimentos.
Aqui você irá ver e saber acerca deste grupo que está a beira da extinção.
Em meados do século XXI foram vistas as últimas famílias compostas por PAI, MÃE E FILHOS.
Um pouco antes desse período, quase não se via uma mãe ou um pai em casa cuidando dos filhos, do lar e da família. Eles foram trabalhar fora.
Já no século XIX, era costume o pai ser recebido pelos filhos em casa, após um dia de trabalho. Ele era o provedor do LAR.
Naquela época as crianças tinham um pai que morava com elas. Este pai convivia com os filhos e passeava com eles nos fins de semana.
Nas apresentações da escola os filhos procuravam o olhar de seus maiores fãs: seus pais. E o aplauso deles era a garantia da felicidade!
Os pais podiam corrigir o erro e disciplinar os filhos.
Quando os filhos precisavam de colo tinham um de seus pais por perto para carregá-los a hora que quisessem.
No dia das mães se reuniam na casa da avó e a cama se enchia de presentes dos filhos, dos netos…
Era difícil esperar até o segundo domingo de agosto para entregar ao papai o presente feito pelos próprios filhos: A camisa com sua mãozinha, o quadro pintado, o cartão com moldura de gravata...
A melhor comida era a da mamãe. Era o papai quem ganhava no jogo de dama ou de bola.
Quantas brincadeiras correndo soltas com os irmãos e primos! Esconde esconde, casinha, queimada…
Os brinquedos espalhados pela casa... Os risos, os choros.. Fartura de “vida”.Casa cheia não só de gente, mas de amor e contentamento.
Nas famílias havia coisas que não cabem neste museu: abraços, beijos, alegrias, choros, risos, personalidades, cachorros, papagaios…
Os JARDINS! Eles não poderiam faltar neste museu! As casas tinham jardins. Deles as avós retiravam plantas para enfeitar ou para fazer chazinhos caseiros para os filhos e netos.
Férias também se passavam em família. Na roça, na praia ou na casa dos parentes: estavam todos num feliz ajuntamento.
Para eles estar em família era o que fazia a vida valer a pena!
Como foi o fim das famílias? ... Bem, é uma longa história… Mas, lembre-se que, se você os deixar ir, talvez nunca mais os terá de volta.
Às vezes, nos ocupamos tanto com nossas próprias vidas, que não notamos que os deixamos ir …
Outras vezes nos preocupamos tanto com QUEM está certo ou errado, que nos esquecemos do que é CERTO e do que é ERRADO.
Foi assim que as famílias começaram a desaparecer… Mas hoje temos este museu para visitá-las.
Certa vez alguém falou sobre um ciclo de morte que estava se instalando nas famílias. E leu na Bíblia como seria a cura:
SALMOS 128.1-6: "Feliz aquele que teme a Deus, o SENHOR, e vive de acordo com a sua vontade!”
Mas parece que não deram atenção suficiente... E as famílias foram se extinguindo...
Nossa visita ao museu termina aqui, com o livro que falou sobre estes acontecimentos.
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Cuidado, afeto e limites
Palestra a ser realizada pelo Colégio Rio Branco em Campinas com Dr. José Martins Filho.
01/06- 19h30min
Contato- www.riobranco.org.br
"Defendo a liberdade para homens e mulheres, mas quem vai cuidar das crianças?" (Dr. José Martins Filho)
01/06- 19h30min
Contato- www.riobranco.org.br
"Defendo a liberdade para homens e mulheres, mas quem vai cuidar das crianças?" (Dr. José Martins Filho)
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Palestra diversas
Educação estética com João Francisco Duarte Jr e Márcia Strazzacappa
24 de maio- 19:30- Livraria Saraiva Megastore-Shopping Iguatemi
Resolução CNE/CBE no. 07/2010-Novas diretrizes curriculares nacionais para o EF de 9 anos
01/06 Hotel nacional Inn- Campinas
Contato- centrodeestudos@centrodeestudos.com.br
Atendimento diferenciado: a ferramenta do sucesso
03/06 - Campinas
contato- (19)3236-6333
24 de maio- 19:30- Livraria Saraiva Megastore-Shopping Iguatemi
Resolução CNE/CBE no. 07/2010-Novas diretrizes curriculares nacionais para o EF de 9 anos
01/06 Hotel nacional Inn- Campinas
Contato- centrodeestudos@centrodeestudos.com.br
Atendimento diferenciado: a ferramenta do sucesso
03/06 - Campinas
contato- (19)3236-6333
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