terça-feira, 24 de agosto de 2010

Algo mais

Algumas preciosidades que garimpei do livro "Algo mais":

"As conversas mais dolorosas e difíceis que já tive foram comigo mesma".

"Podemos nos divorciar de um homem, mas não podemos nos divorciar de nós mesmas".

"Temos que estar dispostos a nos livrar da vida que planejamos para termos a vida que espera por nós". (Joseph Campbell)

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

O poema

Copio poema de Cássia Janeiro que traduz o meu sentimento de poeta aprendiz:

"O poema impõe-se a o poeta;
É sua premência ser escrito.
Mesmo em construção improvisada
Há beleza em sua imperfeição.

Não há saídas senão escrever
O que já está escrito
Numa folha em branco.

Viver e morrer a cada palavra:
Eis o ofício do poeta".

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Motivo (Cecília Meireles)

Eu canto porque o instante existe
e a minha vida está completa.
Não sou alegre nem triste:
sou poeta.
Irmão das coisas fugidias,
não sinto gozo nem tormento.
Atravesso noites e dias
no vento.
Se desmorono ou edifico,
se permaneço ou me desfaço,
- não sei, não sei. Não sei se fico
ou passo.
Sei que canto. E a canção é tudo.
Tem sangue eterno e asa ritmada.
E sei que um dia estarei mudo:
- mais nada

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Pais chatos e caretas

"Um sinal do culto à juventude em nosso tempo é que os pais não gostam de serem considerados caretas e chatos. Isso é coisa de velho, e os adultos querem ser jovens hoje em dia. Entretanto, ser mãe e ser pai significa envelhecer, qualquer que seja a idade. Envelhecer em dois sentidos, principalmente: no sentido de amadurecer, e no sentido de se tornar guardião de algumas tradições sócio-culturais que garantem uma boa convivência pública. Por isso, todos os pais são, gostem ou não, caretas aos olhos dos filhos."
Rosely Sayão

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Festa do peão



Eu e Rapha assistindo ao Show do Luan Santana. A foto é da queridíssima Tânia D'Ávila colunista do site www.quantanotícia.com.br.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Desabitada

Que força é essa
Que me arrebata a qualquer momento,
Rouba-me a alma
E a devolve
Num sopro;
Que força é essa
Que me habita
E me deixa desabitada?
Cássia Janeiro