terça-feira, 18 de janeiro de 2011
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Águas de janeiro
Todo janeiro é a mesma coisa... Começo de ano triste com as mortes causadas pelas chuvas...
QUADRO DEPRESSIVO
Dentro em mim vermelho
caem muros altos
de castelos musgos
lentamente frios.
Escombros do todo.
Fabio Rocha www.fabioroch
QUADRO DEPRESSIVO
Dentro em mim vermelho
caem muros altos
de castelos musgos
lentamente frios.
Escombros do todo.
Fabio Rocha www.fabioroch
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Então é Natal...
Eclipse lunar total
Nesta madrugada eu e Rapha acordamos para contemplar o eclipse da lua que foi maravilhoso!
Lindo,celebrar assim o fim do ano e o inicio do verão.
Lindo,celebrar assim o fim do ano e o inicio do verão.
Vem chegando o verão...
Começa hoje o verão. Um poema para celebrar...
Poema para um Quase Verão
Nas noites de um quase verão
entre as nuvens de uma chuva fina,
de asas abertas sombras e vultos se movem
entre os zumbidos que ecoam na noite...
São murmúrios escondidos,
são caricias do vento na verde ramagem.
Chuva, nuvens, estrelas
lua que brinca de esconde-esconde,
brinca comigo, com meus pensamentos.
Vem vento, vai vento... devagar
desprende as palavras deste poema à toa.
Brinca comigo, com minha alma
leva para fora os sons rasteiros das tristezas,
desperta a brasa destes mornos versos,
vai nas ondas deste mar,
desenterra os sonhos náufragos lá do fundo,
e deixa-os voar nas asas de uma gaivota,
plainando entre o mar e o céu
em uma rubra noite de verão...
Sônia Schmorantz
Poema para um Quase Verão
Nas noites de um quase verão
entre as nuvens de uma chuva fina,
de asas abertas sombras e vultos se movem
entre os zumbidos que ecoam na noite...
São murmúrios escondidos,
são caricias do vento na verde ramagem.
Chuva, nuvens, estrelas
lua que brinca de esconde-esconde,
brinca comigo, com meus pensamentos.
Vem vento, vai vento... devagar
desprende as palavras deste poema à toa.
Brinca comigo, com minha alma
leva para fora os sons rasteiros das tristezas,
desperta a brasa destes mornos versos,
vai nas ondas deste mar,
desenterra os sonhos náufragos lá do fundo,
e deixa-os voar nas asas de uma gaivota,
plainando entre o mar e o céu
em uma rubra noite de verão...
Sônia Schmorantz
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Prêmio Acrísio de Camargo
No dia 9 de dezembro, aniversário da nossa cidade, aconteceu a premiação do Concurso de poemas e crônicas promovido pela Secretaria da Cultura. Não é que a minha poesia "COLCHA DE RETALHOS" foi premiada em 3o. lugar?
Colcha de retalhos
Partes de tempo se entrelaçam,
Trechos de eventos se juntam,
Porções de sentimentos se emaranham.
Partes de dor se unem à esperança,
Trechos de coragem se aliam ao temor,
Porções de alegria se misturam ao amor.
O destino com a agulha na mão,
Enquadra os pedaços,
combina o enredo,
Compõe a história,
produz emoção.
A linha amarra os fatos,
Junta o presente ao passado,
Sugere o futuro a ser criado.
A linha,
Tece o destino,
Faz o caminho.
A linha,
Desenha as formas,
Cria a rede.
A linha,
Monta armadilhas,
Constrói o ninho.
Tamanha engenharia,
Tamanha sabedoria,
A linha apenas,
Segue os desejos do criador.
E nesta colcha de retalhos,
Estampada está a vida,
Com suas cores, rendas,
Nuances, matizes e atalhos,
Quadros, gravuras e prendas.
Ali deitada se mostra, se põe
Entregue, inteira, se expõe
Aberta, estendida,
Pronta para ser vivida.
Colcha de retalhos
Partes de tempo se entrelaçam,
Trechos de eventos se juntam,
Porções de sentimentos se emaranham.
Partes de dor se unem à esperança,
Trechos de coragem se aliam ao temor,
Porções de alegria se misturam ao amor.
O destino com a agulha na mão,
Enquadra os pedaços,
combina o enredo,
Compõe a história,
produz emoção.
A linha amarra os fatos,
Junta o presente ao passado,
Sugere o futuro a ser criado.
A linha,
Tece o destino,
Faz o caminho.
A linha,
Desenha as formas,
Cria a rede.
A linha,
Monta armadilhas,
Constrói o ninho.
Tamanha engenharia,
Tamanha sabedoria,
A linha apenas,
Segue os desejos do criador.
E nesta colcha de retalhos,
Estampada está a vida,
Com suas cores, rendas,
Nuances, matizes e atalhos,
Quadros, gravuras e prendas.
Ali deitada se mostra, se põe
Entregue, inteira, se expõe
Aberta, estendida,
Pronta para ser vivida.
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Nas voltas que o mundo dá
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